Rasta



    Religião rastafári, ou ainda movimento rastafári, foi um fenômeno da segunda metade do século XX que misturou elementos religiosos, políticos e musicais em torno da figura de Haile Selassié I imperador da Etiópia entre os anos de 1930 a 1974. Selassié considerava-se herdeiro direto do rei bíblico Salomão.O imperador etíope passou a ser mundialmente conhecido em 1936, quando discursou para os representantes da então Liga das Nações falando sobre  do avanço dos conflitos e das teorias racistas que avançaram na Segunda Guerra Mundial. Sua postura contra a violência fez com que ele fosse
chamado de Ras Tafari, que significa “Príncipe da Paz”.  um trecho do discurso referido:




"Enquanto a filosofia que declara uma raça superior e outra inferior não for finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada; enquanto não deixarem de existir cidadãos de primeira e segunda categoria de qualquer nação; enquanto a cor da pele de uma pessoa não for mais importante que a cor dos seus olhos; enquanto não forem garantidos a todos por igual os direitos humanos básicos, sem olhar as raças, até esse dia, os sonhos de paz duradoura, cidadania mundial e governo de uma moral internacional irão continuar a ser uma ilusão fugaz, a ser perseguida mas nunca alcançada.”(Selassié, Discurso na Liga das Nações, 1936).
  O Rasta usa os dreadlock, acreditando que espiritualmente está ligado a Jah (deus), sem contar que quem segue essa religião faz uma dieta vegetariana, sem comida morta, são totalmente contra a violência, bem como o uso da marijuana (maconha) como elemento integrante do ritual rastafári e não como recriação A fundamentação para esses hábitos, segundo os seguidores do rastafarianismo, está toda na Bíblia, em livros do Antigo Testamento. 

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