FICÇÃO E REALIDADE


SÓ QUERIA UM ABRAÇO!

Essa história tem um final diferente, estilo ficção, o romantismo fica só nas palavras. Um momento que parei e escrevi, não tem nada ao meu respeito, pode ser para todos. Fique a vontade que vamos começar.

' Era uma vez, só pra você que pensa em contos felizes.'
' Um belo dia , só se você gostar de filmes da Marvel. '

Quando tudo começou é válido nessa trama.
Um olhar era muito pouco pra expressar, o que ele teria acabado de presenciar.
O Sistema reiniciou, ele não estava programado para tal acontecimento.
Emoções não era possível ser sentida, por dentro não batia um coração apaixonado.

Tudo isso aconteceu por causa de um abraço apaixonado.
Infelizmente não foi com ele, mas ele queria ter sentido.
O casal na sua frente, de roupas simples e de rosto a sombreado olhava fixamente para ele, a ponto de o medo tomar conta dos seus corpos e paralisá-los.
De fato, a sua armação era rude, de ferro, com buracos a mostra e a sua função causava mais medo, que era de remoção de destroços.

O Casal, agora amedrontado corria de medo, pois aquele robô indicava perigo.
Sem entender nada, com os seus Sistemas recuperados, ele voltou a trabalhar, com a sensação que aquilo que ele acabou de ver foi a melhor coisa em séculos, e que nunca sentiria aquilo de perto, pois todos tinham medo dele.
Mesmo sem saber o nome, ele só queria um Abraço.


Quando tudo começou é válido nessa trama.
Um olhar é muito pouco pra expressar ,( isso foi na primeira vez que falou ).
Palavras, já decoradas na ponta da língua, ( tudo repetidas )
O banho já havia tomado, perfumado e na ' Beca ', no espelho passando o que combinado já estava. ( perfume, sem banho )
Chave na mão, celular no bolso, a noite só estava começando. ( era 12h )

O primeiro abraço ele ganhou da mãe, que deu tchau e benção com a mão.
No portão, encontrou os amigos de infância.
Amigos, Amigas,Mãe, Pai, Tio, Tia, Vó, Vô, ele tinha todos, mais não dava valor pra nem um.

Na festa ele era o patrão, a cada virada uma alô irmão.
De sandália e blusa regata, ninguém ligava pro que ele falava, a sua presença já incendiava.
O celular não parava de tocar, era os tios chamando pra velejar.
A vó mandava foto do bolo que fez só pra ele, sem tirar um pedaço pra provar.

O amor próprio tomo conta do seu coração,  tudo era normal.
Ele tinha tudo, ele tinha todos.
Já amanhecia, mais pra que dormi, vamos festejar.

Apesar de ser histórias diferentes, podemos notar uma coisa muito importante.
O valor.
Em quanto um não tinha nada, não sentida, não falava, o outro tinha tudo, e não ligava, a vida era tão repedida que as coisas simples ele não ligava.

Se você gostou deixe nos comentários a sua opinião e viva a ficção!!

2 comentários:

  1. Impressionante a capacidade de dor virar arte.

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    1. Tudo é arte, dor principalmente. O interessante é : como usa-lá,

      Excluir

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